A idade não define a curiosidade
Um ensaio sobre a vitalidade intelectual que não se mede pelos anos, mas pelo brilho no olhar perante o desconhecido.
A confirmação de que a curiosidade genuína não tem data de validade. Viver com atenção plena aos detalhes, cultivar diálogos intergeracionais férteis e encontrar no ritmo sereno do dia a dia a sua maior beleza.
Um ensaio sobre a vitalidade intelectual que não se mede pelos anos, mas pelo brilho no olhar perante o desconhecido.
Histórias de homens que descobriram a botânica, o xadrez competitivo ou a encadernação clássica aos setenta anos.
O diálogo intergeracional, a escuta atenta dos mais jovens e a transmissão generosa de perspetivas sem paternalismo.
O café tomado na mesma esplanada à mesma hora, o passeio matinal a pé e a arte de cultivar a serenidade quotidiana.